A Ilha de Pavor

Capítulo 1 - Trust

Após acordarem de um naufrágio em meio ao caos de um combate tenso e rápido, vocês começam a digerir o que aconteceu.

Mas a situação ainda não se acalmou, exigindo raciocínio rápido para a escolha certa!

Ao longe, no céu, vocês vêem os 3 pterodáctilos carregarem o companheiro náufrago e suprimentos na direção de uma cordilheira no interior da ilha!

Na direção do bosque próximo à praia, um de três misteriosos guerreiros, chama vocês, em uma mistura de língua primitiva com a língua do comércio: “Venham gurekin!! No esperar duzu! Duzu decidir agora: seguir para a Muralha Handia ou ficar! Costa oso perigosa!”

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O que vocês farão?

Halu Go primeiro se certifica que estejam todos bem, antes mesmo de deixar de vez a costa:

-Alguém com ferimentos graves ainda? Posso ajudar!

Depois se dirige ao guerreiro mascarado:

- Duzu, nesta muralha habita seu povo?

Saemon diz:

- Padre Halu, pode examinar Lia? Ela está muito mal!

E pergunta ao mascarado:

Você se chama Duzu? A muralha fica naquela direção? (Saemon aponta para a cordilheira aonde o pterodactilo está se dirigindo.)

O guerreiro tribal responde aos dois:

- No, duzu é duzu (e aponta para vocês). Eu Halpak dos Arranos (aponta para as penas da máscara). Lá ninho dos Hegaztiak (aponta para a direção dos dinossauros)! Muralha Handia para lá (aponta para outra direção). Atrás, herri, povo de Halpak. Único leku seguro da irla! Duzu vem ou no? Erabakitzeko!!

Hallu Go se aproxima da mulher e a examina, prestando os cuidados mágicos necessários a um estado de saúde que gera preocupação a Saemom.

Zathar, vendo que estão todos sendo tratados e verificando que não há mais inimigos, se dirige aos destroços para recuperar os restantes dos suprimentos.

Após pegar o suficiente que consegue carregar, volta aos anfitriões da ilha: “Estamos perdidos, podem nos levar a um lugar seguro?”. Ao mesmo tempo, observa atento e percebe que os nativos são sinceros em sua intenção de levá-los até o seu povo, um lugar seguro contra os perigos selvagens da ilha, mas onde será inevitável interagir com toda a tribo.

Mais do que isso, os selvagens se oferecem para ajudá-los na recuperação e carregamento dos suprimentos.

Vocês irão com eles? Aceitarão ajuda com os suprimentos?

Saemon começa a raciocinar, e pergunta a Halpak: “Halpak, pq está ajudando os duzu? Os duzu não são da sua tribo.”

Halpak apenas diz com um olhar duro e já se dirigindo para ajudar os demais a carregar os suprimentos: “Halpak e duzu iguais. Duzu apenas feios e bitxi! Hahaha!”

Não demora muito e talvez outro interesse se revela. Embora não peguem nada para si, os 3 nativos olham com admiração e espanto alguns dos itens dos suprimentos, como espelhos, comida de viagem, ferramentas.

Ao mesmo tempo que ouve a resposta de Halpak, Saemon o observa e aos dois guerreiros e tenta perceber algo que indique se Halpak é importante na tribo, como o fato da máscara ser mais bonita e trabalhada (comparando com os outros dois), número de armas, simbolos primitivos de xamã, etc.

Mas, Saemon não percebe nenhuma característica que o diferencie hierarquicamente dos demais, a não ser o fato de ser mais forte e se impor diante dos outros dois.

Helias começa a caminhar na direção apontada por Halpak como único lugar seguro da ilha.

Halu Go sinaliza positivamente com a cabeça a Halpak, – “é melhor sairmos logo daqui”

Lia, Diego e Merry já parecem recuperados e bom o bastante para andarem por conta própria.

Além dos 3, também Ulin Ringforger, um anão calado, rabugento e sempre encapuzado durante a viagem também sobreviveu ao naufrágio e sinaliza que irá seguí-los: “Não confio nesses nativos, mas não vou ficar aqui sozinho e virar comida de alguma dessas criaturas!”.

Vocês caminham devagar, pelo cansaço e por carregarem suprimentos. Mas, depois de algumas horas, emxergam uma muralha de pedra de quase 20 metros de altura. Ela tem torres e se extende a leste e a oeste para além do que vocês conseguem enxergar.
A trilha que vocês seguem leva a um par de portões de madeira.
Atrás dele, há uma grande vila simétrica, localizada em uma clareira nos limites da floresta.
A trilha circunda quatro grupos de cabanas de madeira que se sustentam por palafitas de 3 metros de altura e possuem tetos feitos com folhas de palmeira.
O centro da vila é dominado por uma pirâmide construída sobre uma chapada.
Entre os grupos de cabanas e a pirâmide, há campos onde o gado anda solto.

A vila está repleta de nativos. Em cada um dos 4 cantos, vocês conseguem identificar facilmente que eles se vestem e se portam de maneira diferente. A vila abriga 4 clãs distintos.

Halpak diz: “Esta Tanaroa! Ir buscar chefe Mira! Duzu aqui!”

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Halpak segue a trilha, mas não chega a ir muito longe, porque um grupo de 10 guerreiros já se aproxima, com a líder no meio deles. Ela parece dizer alguma coisa para Halpak que o deixa cabisbaixo.

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Mira se aproxima de vocês e diz, mostrando dominar a língua comum, apesar do leve sotaque: “Sou Mira dos Falcão! Sejam bem-vindos a Tanaroa dominadores do mar! Vocês serem convidados para descanso até recuperar da vingança do mar. Halpak levar vocês até cabanas dos Falcão. De noite encontrar vocês na hora do ritual.”

Aztec village life

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Farshoreview

O que vocês farão?

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Começa a aventura

Aqui é o espaço em que a descrição da aventura acontece!

Com exceção deste post e da Introdução, a ordem dos demais posts é de baixo para cima (os mais novos vão surgindo em cima).

Os jogadores participam através dos comentários!

Começa a aventura!!!

Emraag

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Introdução

Vocês acordam em meio a destroços de navio!
Gosto de areia, sal e sangue se misturam!
Na medida em que os sentidos são recobrados, percebem que estão enxarcados. Água ainda chega até vocês, em pequenas marolas que trazem pedaços da embarcação e dos mantimentos nela carregados.
Faz frio!
Ainda é noite, mas os primeiros raios de sol já se revelam.
Aos poucos vão se levantando, relembrando do propósito pessoal da viagem e reconhecendo alguns companheiros que também manifestam sinal de vida! Alguns poucos estão milagrosamente vivos e inteiros, sorte não compartilhada por outros.

(Descrevam seus personagens nos comments como se fosse a cena que os outros estão enxergando e diga o que eles já sabem sobre você. Quem preferir, me envie da forma que quiser ou escreva no face, que transcrevo para cá)

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Representação da cena:

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Tabuleiro da Cena:

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Música Ambiente do Youtube = Music by Soundragon – Shipwreck:

Música Ambiente do Youtube = Music by Soundragon – Shipwreck

Descrição da Cena e Ações:


Helias Martin (Human, Fighter Veteran, Soldier, Endurance Specialist – Henrique):

Deitado ao chão, ouvindo o barulho da ondas quebrando na praia, Helias abre os olhos lentamente, colocando as mãos sobre as pálpebras para evitar a incidência da luz solar diretamente em suas pupilas. Sua cabeça está com um dor aguda, daquelas que começam bem atras do globo ocular e parecem com uma agulha sendo espetada de dentro para fora de seu cérebro. Logo que consegue sentar-se, o guerreiro, outrora pertencente as fileiras da guarda da Cidade de Darokin, observa a sua frente os destroços do navio em que estava viajando e suas memórias começam a se organizar. Ele tenta se levantar e começa a procurar quem também sobreviveu.
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Saemon Havarian (Human, Fighter Duelist, Noble, Skill Specialyst – Rafael)

Lorde Saemon levanta-se e observa se está ferido, ao mesmo tempo em que procura por sobreviventes.
Ao perceber que o Guerreiro Helias está de pé, diz ao mesmo: Está procurando sobreviventes? Irei procurar imediatamente o clérigo que nos acompanha, pois devem haver feridos, e infelizmente, mortos também. Vc está ferido?
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Saemon percebe que, apesar de ainda um pouco atordoado, escapou com ferimentos leves (10 de dano). Vê, também, que Helias está bem, assim como outros tripulantes da expedição contratados para proteger a viagem (todos estão com 3/4 dos pvs). Tal sorte, no entanto, não foi compartilhada por todos.
(Teste de Sabedoria = 17 + 2 = 19)
Apesar de mais distante, o olho perspicaz do lorde vê que o corpo do tripulante mais ao norte jaz na areia sem sinal de vida, assim como o corpo próximo ao mago Zathar. No entanto, os demais tripulantes se arrastam muito feridos, dois saindo da água. Em situação pior, dois companheiros estão se afogando ainda na parte funda do mar.

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Zathar Forkilian (Human, Wizard Academic, Bountyhunter, Arcane Initiate – Leandro)

Zathar, o mago caçador de recompensas que se juntou à embarcação para seguir os rastros do infamoso pirata Mark Zanne, abre os olhos e vê pássaros distantes no céu crepuscular que precede ao alvorecer. Ele tenta se levantar meio tonto e cuspindo a água salgada arenosa que já invadira sua garganta.
Após alguns segundos com respiração ofegante, alcançando seu chapéu no chão, verifica que está com seu equipamento e alcança alguns de seus componentes para magia. Começa então a recitar palavras arcanas ininteligíveis que limpam seus olhos, vestes e ferimentos.
Em seguida, dirige-se ao corpo ao seu lado, para começar a verificar se alguém está vivo. Infelizmente, vê que o corpo jaz sem vida. Mas, seguindo a direção para a qual olha lorde Saemon, percebe os dois companheiros que estão se afogando. Com a mesma agilidade que lançou sua magia, busca em seu equipamento uma corda e arremessa para tentar laçar a mão de um deles.


(Ataque ranged = 20 +4 = 24).
Com maestria, o mago Zathar consegue não apenas laçar a mão do mais distante, mas deixar a corda bem próxima para que o outro tripulante a agarre e deixe de se afogar!


Reed Greenbottle (Lightfoot Halfling, Fighter Greenbottle, Scout, Stealth Specialist – Neto)

Reed é um dos dois halflings que se juntaram à expedição. Durante a viagem, Reed, que no início era bastante calado, aos poucos foi ficando mais à vontade no meio do restante da tripulação formada majoritariamente por humanos. Os aventureiros praticantes de magia, em particular, tiveram que ter muita paciência com Reed, pois ele pedia todos os dias para que eles conjurassem uma magia diferente.

Após recobrar os sentidos, Reed levanta a cabeça que estava enfiada em um monte de areia e imediatamente olha para os lados em busca de Roscoe Goodbarrel, seu velho amigo e companheiro de viagem. Como não vê seu amigo em lugar algum, grita o seu nome: “Roscoe, roscoe, rooossscooooeeee!”. Mas, não há resposta.
Ao ver os destroços do navio, Reed se desespera. Sem pensar, ele corre de volta para o mar gritando o nome de seu amigo.


Em direção ao mar, Reed percebe que Roscoe está boiando agarrado a um barril de cerveja, quase sendo retirado da água pelo movimento das ondas.
Mas, antes de se aproximar do seu amigo, o que parecia uma forte onda se revela como um crustáceo gigante que quase salta da água, se colocando entre o halfling e o seu companheiro!
Outras duas dessas criaturas se arrastam para fora da água.

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INICIATIVA!!!!!

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Tabuleiro da Cena:

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Halu Go (Human, Cleric of Vanya, Knight, Healing Specialist – Jean)

Após tanta agitação e um pouco depois dos outros náufragos, Halu desperta ainda desnorteado, vendo estranhos pássaros no céu brilhante do amanhecer. Olha à sua volta e recupera sua pose, um Cavaleiro Heldânico não pode passar por fraco, principalmente na presença de não-juramentados.
Ao perceber as monstruosidades atacando ao seu lado, já leva suas mãos ao seu escudo (ambas) e corre a assistência do Halfling, por parecer mais indefeso.
Halu corre com seu escudo a frente tentado acertar uma das pernas do crustáceo afim de derrubá-lo.


No entanto, no meio da sua investida, conhece o verdadeiro valor do aparentemente frágil halflig.
Ao invés de o pequenino se abalar com o monstro gigante (sob sua perspectiva), saca rapidamente sua espada curta e desfere um golpe mortal na parte de baixo da “barriga” da criatura, mole e desprotegida! O crustáceo cai inerte, sem vida e sem qualquer chance de saber o que aconteceu!
Não resta outra opção a Halu Go a não ser aproveitar o embalo de sua corrida e mirar, com sucesso, nas patas da outra criatura ao seu alcance, que tomba desajeitada.
Antes que o monstro tente se recompor, um estranho raio amarelado atinge o seu campo de visão, se estendendo até o outro crustáceo que subiu em um resquício da popa do navio. Esse se prepara para se jogar de volta ao mar. Enquanto o caído se encolhe de medo, como se estivesse prestes a ser pisoteado por um gigante.
E, de certo, a sensação é reforçada pelo imponente tenente Helias, que investe com sua espada longa em punho!
Assustado, instintivamente, o caranguejo gigante ameaça agarrar a fonte do raio amarelo, antes de se jogar fugindo nas profundezas do mar.
Será que o tentente chega antes do ataque da criatura?
Enquanto isso, Saemon está com a sua besta em mãos, decidindo-se pelo alvo.

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Tabuleiro da Cena:

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Helias investe com velocidade e desfere um golpe no caranguejo gigante, que fica muito ferido.

Em uma tentativa desesperada, o monstro tenta agarrar Zathar, mas lhe falta a convicção depois que o raio amarelo lhe deixou encolhido e assustado.

A seta disparada por Saemon perfura a carapaça do outro crustáceo, que foge para dentro do mar.

O halfling gordo Roscoe sai da água correndo, feliz pela ajuda de Reed.

A situação parecia sob controle, até que Zathar percebe que parou de sentir a pressão exercida pela puxada da corda pelos homens que tentavam sair da água.

Olhando para o mar, todos vêm que algo está ferindo e afundando os dois companheiros. Se algo não for feito, eles virarão comida de alguma criatura!

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Ao mesmo tempo, um tremor na areia da praia é sentida. Roscoe paraliza de medo, quase caindo dentro de um buraco que se forma. Algo enorme está para sair!

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Rodada 2 – Tabuleiro da Cena:

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Com um olhar perspicaz, Reed consegue enxergar o que há dentro do buraco: uma enorme criatura insetóide com uma carapaça marrom amarelada, prestes a explodir para fora da areia.

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Em seguida, Reed grita para Roscoe e pros outros: “Cuidado! Um monstro gigante está saindo desse buraco! Roscoe, vc tem que se esconder nos destroços do navio.”

Depois de gritar, olha para o lado e se esconde atrás de um barril, no meio dos destroços do navio, seguido pelo ágil Roscoe.

Quando o monstro salta para a superfície, os primeiros alvos que enxerga com seus olhos multifacetados são Halu Go, Zathar e Helias, a quem dirige um poderoso espirro de ácido!

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Os três conseguem se esquivar e se defender de forma a minizar o contato do ácido com a pele (6 de dano).

O mago Zathar se afasta da criatura, tentando, em vão, puxar a companheira laçada. A corda e sua mão parecem ter sido afetados pelo ácido.

O clérigo Halu Go, em uma típica ação destemida dos Cavaleiros Heldânicos, guiado pela coragem de Vannya, vitoriosamente anda pelo casco instável do navio, se arremessa nas águas agitadas do mar, profere uma palavra de cura que restaura a consciência do tripulante, o arranca da criatura e o arrasta de volta ao casco do navio!

Helias, ao perceber que foi atingido por um espirro de ácido e ter se esquivado para evitar um dano maior, rapidamente saca uma das duas Javelins que ainda estava à suas costas e arremessa contra a criatura que possui uma aparência de gafanhoto mutante gigante.

A lança crava quase que inteira na parte de baixo da criatura, que se encontra ainda levantada, revelando um ponto fraco vital: esse local é desprotegido do seu exoesqueleto. Com a dor, o bicho se abaixa, deixando o ponto frágil protegido pela areia. Mas se ele for derrubado, será muito fácil atingí-lo (Trait: Soft Underbelly = While the ankheg is prone, its AC is 12).

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Saemon grita: “Tenente, preciso de cobertura, parece que o mestre arcano está com dificuldades em puxar Lady Lia, irei ajudá-los”. “Lady Lia!”, grita em seguida. Após, anda até próximo ao mar e, de lá, puxa a corda.

Consegue trazer Lia com relativa facilidade, mas leva um grande susto ao perceber que há uma serpente marinha enrolada em seu corpo, a asfixiando. A serprente precisa ser retirada logo, pois a garota se encontra desacordada, com uma coloração azulada e com sangue escorrendo de sua boca.

O caranguejo que se encontrava assustado pelo raio mágico parece ter recuperado sua convicção, mas continua sem qualquer habilidade, ao tentar pinçar Helias e perder o seu equilíbrio, fechando a garra longe do tenente.

O outro crustáceo gigante, que havia fugido, retorna com uma nova ideia. Ao invés de tentar caçar comida entre os vivos, agarra uma das pesadas caixas na areia e começa a puxá-la para o mar.

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Rodada 3 – Tabuleiro da Cena:

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A dupla de halfling mostra a força de uma das poderosas táticas de sua raça e arremessa pedras certeiras de fundas escondidos atrás dos restos de suprimentos, afundando a carapaça da criatura insetóide, que despenca sem vida na areia.

O clérigo de Vannya profere uma palavra de cura sobre a mulher enrolada pela serpente marinha gigante, quase ao mesmo tempo em que o mago disfere um raio de gelo e o nobre corta um pedaço da cobra com sua rapier.

Infelizmente, o veterano soldado não consegue destruir o caranguejo que o ataca, se atrapalhando ao se preocupar com a companheira constrita pela cobra, dirigindo-se em sua direção.

O caranguejo, agora livre do alcance de qualquer um, se aproxima e agarra algumas caixas que restaram ilesas do naufrágio, sem saber que o halfling Reed está lá escondido de tocaia.

O outro caranguejo, que já segurava uma pesada caixa de mantimentos, não teve sorte melhor, já que o clérigo Halu Go se jogou novamente dentro d`água, desferindo-lhe um golpe mortal!

A serpente, sentindo que está prestes a perder o seu café da manhã e, pior, a sua vida, se lança numa tentativa de mordida no nobre Saemon, mas não consegue atravessar o coro da armadura.

Quando a situação parecia sob controle, criaturas aladas de enorme envergadura se lançam num ataque rasante, buscando caixas, corpos e atacando alguns dos vivos com o seu bico.

Somente nesse momento Halu Go e Zathar se dão conta que os pássaros que pensaram enxergar quando acordaram atordoados não eram realmente pássaros, mas criaturas pré-históricas atiçadas pelo naufrágio

Elas passam voando numa agilidade tão impressionante que sequer dá tempo de reagir ao ataque antes delas já estarem subindo novamente, carregando dois companheiros desmaiados e espólios, incluindo parte das caixas que mantinham Reed escondido!

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Rodada 4 – Tabuleiro da Cena:

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Reed sabia que a ilha reservava muitos perigos, mas nunca imaginou que ele poderia morrer na praia. Ao ver alguns de seus companheiros de viagem muito feridos, Reed toma uma decisão: “Ouçam todos – gritou o halfling – Temos que tirar Lady Lia e os demais feridos daqui. Deve existir algum abrigo adiante. Eu ficarei aqui e darei cobertura. Não deixarei que essas feras cheguem perto de vocês! Vamos, não temos muito tempo, logo as criaturas retornarão para uma nova investida.”

O halfling anda pela praia fazendo acrobacias, de forma a se esquivar da garra do caranguejo gigante e, ao se deslocar para o campo aberto, grita: “Venham aqui, passarinhos. Venham provar da carne de um halfling, se tiverem coragem!” E, com sua mão trêmula (Reed está com medo, é claro), lança uma pedra em uma das criaturas mais próximas, ferindo-a.

Halu Go estranhamente é servido de uma calma, uma concentração divina, profere algumas palavras em nome de Vannya e aponta sua arma aos céus na direção dessa mesma criatura alada! Já estavam passando dos limites os “perigos” desta costa! A lança de energia divina atravessa o pássaro pré-histórico, que cai, derrubando o corpo do companheiro de volta para a água rasa. Graças à ação combinada do halfling batedor e do clérigo de Vannya, o menestrel elfo Merry Tasaltir está a salvo.

Também de forma combinada, o mago solta outro raio gélido e o lorde utiliza toda a sua habilidade de duelista para destruírem a serpente marinha, libertando Lady Lia.

Por fim, com toda a sua força, o sargento de Darokin se vinga da criatura que o atacou, fazendo sua lança traspassar o dinossauro em pleno voo, tirando-lhe a vida.

A tática de Reed dá certo e a criatura que atacava o lorde, tenta em vão um ataque rasante, que passa longe do acrobático halfling

Infelizmente, o ataque dos pterodáctilos foi rápido e violento, o que resultou em dois deles conseguindo fugir para bem alto com suprimentos e um deles com um companheiro náufrago.

Aproveitando o momento, o sobrevivente e sortudo caranguejo gigante também se lança ao mar com mais suprimentos

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Tabuleiro da Cena:

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De repente, um assobio alto é ouvido.
Na direção do bosque próximo à praia, um misterioso guerreiro mascarado acena, chamando vocês para se protegerem entre os coqueiros e arbustos

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O que vocês farão?

Reed grita para os companheiros: “Não sei quem é o homem mascarado, mas a ideia dele não é ruim”

Os dois halflings agenm mais uma vez em equipe e derrubam o último dos dinossauros que ainda atacava!

Halu Go pega o corpo do menestrel e segue na direção do estranho guerreiro, usando seu escudo como proteção para a pessoa ferida!

O mago Zathar tenta, em vão, atirar em uma dos pássaros pré-históricos que tenta escapar.

Saemon carrega Lia, ao mesmo tempo que observa se há mais alguma coisa junto ao guerreiro mascarado, sendo capaz de enxergar mais outros 2 guerreiros escondidos em meio aos arbustos. E diz: “Senhores, temos que sair aqui da orla da ilha, vamos carregar os feridos! Ao que parece o mascarado não quer nos atacar, mas fiquem alertas!” " Você, mascarado, fala nossa língua? o que queres?" Saemon indaga.

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Helias concorda com Saemon balançando a cabeça pra cima e para baixo. Ele guarda sua espada na bainha, enquanto caminha na direção do desconhecido mascarado, procurando pelo chão alguma Javelin perdida ou abandonada, encontrando as suas que fincaram no Ankheg e no pterodáctilo.

O mascarado responde em uma mistura de língua primitiva com a língua do comércio: “Venham gurekin!! No esperar duzu! Duzu decidir agora: seguir para a Muralha Handia ou ficar! Costa oso perigosa!”

Ao longe, no céu, vocês vêem os 3 pterodáctilos carregarem o companheiro náufrago e suprimentos na direção de uma cordinlheira no interior da ilha!

Fim da Introdução!!!

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